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Aeroporto de Londrina

Aeroporto de Londrina

O Aeroporto de Londrina foi inaugurado em 8 de abril de 1956, mas sua história teve início em 1949, quando foi erguida uma casa de madeira no local onde hoje funciona o atual terminal de passageiros, na zona Leste da cidade. Nesse período, a região Norte do Paraná se desenvolvia aceleradamente em virtude do avanço do café no interior do país.

Por esse motivo, o Aeroporto de Londrina foi, até o ano de 1962, o terceiro mais movimentado do país, atrás apenas de Congonhas (SP) e Santos Dumont (RJ). A cidade recebia diversos empresários de São Paulo, que dispunham apenas do transporte aéreo para chegar à cidade, pois as rodovias eram precárias. Era comum a existência de voos para cidades não muito distantes, como Maringá, Apucarana, Arapongas e Jacarezinho.

Em 1980, a  administração do aeródromo passou para a Infraero, que tem feito inúmeras melhorias nas dependências do aeroporto, com destaque para o recapeamento asfáltico da pista de pouso em 1995.

Até o início das obras da grande reforma em 2000, que ampliou o terminal de passageiros, possibilitando a instalação de novas lojas e áreas operacionais, trazendo mais conforto aos usuários e passageiros, o aeroporto manteve os seus traços básicos, na exceção de alguns reparos.

Atualmente, o sítio aeroportuário de Londrina tem 727 mil metros² e o terminal de passageiros 5.820 m², com capacidade para receber 2,6 milhões de usuários por ano. Os passageiros que utilizam o local encontram mix comercial variado, com lanchonetes, restaurante, choperia, chocolateria, delicatessen, lojas de malas e bolsas, souvenirs, revistaria, serviço de proteção de bagagem, locadoras de veículos, agências de turismo, cosméticos artesanais, serviço de caixas eletrônicos e estacionamento de veículos.

A grande reforma do terminal de passageiros teve início em 2000 e foi finalizada em 2002. O novo terminal tem cerca de 6000 metros quadrados, 4200 metros quadrados a mais que o antigo. As salas de embarque e desembarque também foram ampliadas para 248 metros quadrados e 302 metros quadrados, respectivamente. O restaurante também foi ampliado e um auditório com 147 metros quadrados, com capacidade de 120 pessoas, foi construído. A nova torre tem 29,71 metros de altura e equivale a um prédio de nove andares.

Em 2008, o presidente em exercício, José de Alencar, sancionou a Lei n°11.766/08, no dia 5 de agosto de 2008, mudando o nome do aeroporto para Aeroporto de Londrina – Governador José Richa.

O Aeroporto de Londrina/Governador José Richa completa 61 anos neste 8 de abril de 2017. A Infraero irá retomar as obras da nova sala de embarque, com prazo de conclusão para julho de 2017, aproveitando a data especial. Além disso, foi retomada a obra da nova Administração do Aeroporto e das instalações da Sala Radar, que tem prazo de conclusão em setembro de 2017. O valor desses investimentos é de R$ 7,2 milhões.

Para o superintendente do aeroporto, Sanzio Renato Teixeira da Silva, o terminal cumpre papel fundamental no desenvolvimento da região. “Por ser uma cidade distante do litoral, o aeroporto torna-se um provedor do desenvolvimento regional”, destacou.

Atualmente, três companhias aéreas (Azul, Gol e Latam) operam voos que ligam Londrina a cinco destinos nacionais – São Paulo, Curitiba, Cuiabá, Florianópolis, Brasília – e muitos outros através de conexões.

O Aeroporto Governador José Richa também conta com o sistema ELO. São três conectores climatizados que fazem a interligação dos embarques e desembarques com as aeronaves. Com 100% de tecnologia nacional, a ferramenta, se diferencia das pontes de embarque (fingers) por estabelecer uma ligação com a aeronave a partir de uma passarela em solo que apresenta duas opções para chegar à porta do avião: por escada ou por um elevador, com capacidade para 225 kg, para uso de cadeirantes ou pessoas com mobilidade reduzida.

A tecnologia segue o conceito de sustentabilidade e, de acordo com os princípios da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, é adequada a aeronaves como o Boeing 737-800 e o Airbus 320, comumente utilizadas pelas companhias aéreas brasileiras, nos quais a porta de desembarque fica a uma distância de 2,5 metros a 3,5 metros do solo.

Fonte: Infraero (editado por Aviação Brasil)

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