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Etihad discute sobre o modelo de alianças tradicionais

Etihad discute sobre o modelo de alianças tradicionais
 James Hogan, presidente e CEO da Etihad Airways

James Hogan, presidente e CEO da Etihad Airways

O modelo de Alianças tradicionais entre companhias aéreas não fazem mais sentido, diz James Hogan, presidente e CEO da Etihad Airways, em discurso realizado no International Aviation Club em Washington, EUA.

De acordo com o executivo, o modelo único de negócios da Etihad Airways, que é uma combinação de crescimento orgânico, codeshares e investimentos em ações minoritárias, mostrou ser muito eficaz no aumento no número de passageiros, receita e lucro para todos os seus parceiros.

A Etihad Airways detém 29% da airberlin, 40% da Air Seychelles, 9% da Virgin Australia, pouco menos de 3% da Aer Lingus e conta com 42 acordos de codeshare em todo o mundo.

A companhia aérea divulgou lucro de US$ 42 milhões em 2012 e viu duas de suas parceiras acionárias – airberlin e Air Seychelles – voltarem à lucratividade, o que significa que todas as companhias aéreas estão no azul.

“Neste mês, reportaremos nossos resultados de primeiro trimestre, mais fortes da história. Nossas parceiras de codeshare e acionárias deram uma grande contribuição a esse sucesso financeiro”, afirma Hogan.

Hogan disse que a aliança acionária da Etihad Airways com a propriedade de ações minoritárias permitiu que a companhia aérea entrasse em mercados dentro dos limites locais de investimento estrangeiro e, portanto, sem as complexidades, aprovações ou despesas vinculadas a fusões ou investimentos maiores.

“É mais fácil, rápido e muito mais eficaz crescer por meio de parcerias únicas com companhias aéreas estabelecidas e respeitadas, a depender totalmente de nossos próprios recursos e começar do zero em cada mercado que atendemos, diz Hogan, “Selecionamos a dedo parceiros que pensam igual, com quem podemos trabalhar de forma colaborativa para construir receita em uma rede mais ampla e reduzir os custos operacionais”.

“Nosso foco é na lucratividade de nossos parceiros tanto quanto na nossa, porque não estamos lidando com interesses conflitantes. Quando os cinco CEOs se sentam para tomar decisões, temos um compromisso em comum de fazer as coisas

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