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Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos

Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos

Em 20 de janeiro de 2016 o Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos comemorará 31 anos de operações.

A Infraero, administrou o aeroporto desde sua inauguração, em 20/01/1985, até 6 de fevereiro de 2012, quando o consórcio formado pelas empresas Invepar (Investimentos e Participações em Infraestrutura S.A.) e ACSA (Airports Company South Africa) foi anunciado o vencedor do leilão de concessão do Aeroporto Internacional de Guarulhos, e passou a administrá-lo.

Com a assinatura do contrato foi formada a Concessionária do Aeroporto Internacional de Guarulhos S.A., com 51% das ações pertencentes à Grupar (grupo Invepar e ACSA) e 49%, à Infraero. Dos 51% da iniciativa privada, a Invepar tem participação de 80% e a ACSA, de 20%.

Ganhando dimensões a cada dia maiores, foi inaugurado em maio de 2013, o edifício-garagem, ao lado do Terminal 3 que possui 8 andares, 84 mil metros m² de área construída e capacidade para 2.644 veículos. A praticidade e agilidade são garantidas por um moderno sistema de gestão de vagas, sem contar os caixas automáticos para pagamento e painéis de informação de voos, além do serviço de manobrista 24 horas.

Desde o início da concessão, o GRU Airport passou por uma reformulação das áreas de estacionamento que resultaram na duplicação do número de vagas: o aeroporto passou de 3,9 mil vagas no período pré-concessão para 8 mil atuais.

No dia 2 de dezembro deste ano, o GRU Airport – Aeroporto Internacional de São Paulo promoverá a mudança na numeração de seus terminais, visando estabelecer uma sequência lógica entre eles e, com isso, facilitar a orientação dos passageiros. Com a renumeração, o atual Terminal 4 passa a ser 1. Os atuais Terminais 1 e 2 serão unificados e passam a ser Terminal 2. O Terminal 3 mantem sua numeração atual.

A nova nomenclatura consiste também na renumeração dos portões de embarque e check-ins, mudança que acontece no dia 17 de novembro. Assim, o Terminal 1, por exemplo, terá portões com numeração a partir de 100. O Terminal 2, a partir de 200, e o Terminal 3, de 300. A mesma numeração vale para as esteiras de restituição de bagagens dos seus respectivos terminais.

Já a identificação dos check-ins por terminal ficará desta forma: check-in “A” no Terminal 1, check-ins “B”, “C”, “D” e “E” no Terminal 2 e check-ins “F”, “G” e “H” no Terminal 3.

Em função da nova numeração dos terminais, será feita a adequação de toda a sinalização do complexo aeroportuário, incluindo as placas da rodovia de acesso ao aeroporto. O objetivo é facilitar os processos de embarque e desembarque em todos os terminais.

A principal mudança no projeto de modernização (retrofit) do Terminal 2 (ex T1 e T2) será a centralização do embarque doméstico e do setor de raio-X, que começam a operar a partir do dia 2 de dezembro, juntamente com a nova numeração dos terminais. O embarque internacional do Terminal 2 continuará sendo feito pelo mesmo local, até sua transferência para a área centralizada.

A estrutura antiga contava com quatro áreas de embarque, duas em cada terminal, considerando voos domésticos e internacionais. Dentro do novo projeto, a ideia é que todos os passageiros acessem a área de embarque por um único local e depois migrem para o portão do seu voo. Com isso, será mais fácil para o passageiro se orientar, já que o acesso será feito por uma entrada única, e não mais quatro.

O projeto de retrofit prevê a ampliação de setores-chave do aeroporto, como check-in, restituição de bagagem e saguões de embarque e desembarque. Ao todo, serão acrescidos 23 mil m2 de área operacional. Com o objetivo de oferecer mais opções de alimentação e lojas aos passageiros, a área de varejo também será expandida em 4,6 mil m2. Na primeira fase das obras, o número de lojas vai saltar das 24 atuais para 32. O projeto prevê a construção da Avenida GRU na área restrita, um espaço destinado apenas para lojas, restaurantes, bares, com cadeiras e mesas com vista para o pátio de aeronaves.

Na prática, o projeto de modernização do Terminal 2 (ex T1 e T2) começou em 2012. As primeiras mudanças percebidas pelos usuários ocorreram nos saguões, com a reforma e ampliação dos banheiros localizados nos saguões de check-in. Os quatro conjuntos foram reconstruídos e ganharam uma área maior do que a anterior, um visual mais arejado e mais espaço para movimentação de carrinhos de bagagem e de pessoas com necessidades especiais. Também foram instaladas 900 placas de sinalização e orientação ao passageiro. A adoção de layout padronizado, como o utilizado nos grandes complexos aeroportuários internacionais, permite melhor identificação das informações por pessoas de todo o mundo.

Em agosto de 2013, foi inaugurada a expansão do Terminal 2. O projeto contemplou uma praça de alimentação com nove lojas no check-in D do Piso Embarque e ampliação do Duty Free no Piso de Desembarque, que teve sua área praticamente duplicada.

O embarque remoto internacional e nacional do Terminal 2 também foi ampliado. Em ambos, foi adicionado mais um portão de embarque, além dos três atuais em cada área. Também foram construídos dois novos banheiros nesses espaços. A reforma no embarque remoto nacional e internacional permite reverter esses espaços em uma única área de embarque, seja nacional ou internacional, de acordo com a demanda.

A modernização dos equipamentos foi realizada em fevereiro deste ano, com a troca dos oito elevadores da área pública, e concluída em maio, com a substituição das oito escadas rolantes que fazem a ligação embarque-desembarque. No primeiro trimestre deste ano, foram entregues os novos banheiros do piso de Desembarque.
Terminais 1 e 2 (ex T4, T1 e T2)

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– Toda a sinalização foi atualizada e conta com aproximadamente 900 novas placas, sendo 700 iluminadas.

– Já são mais de 600 assentos reformados e cerca de 1.200 lâmpadas instaladas. Dentro do projeto de acessibilidade, foi concluída a revitalização dos pisos podotáteis nos Terminais 1, 2 e 3, que auxiliam a locomoção e atendimento de deficientes visuais.

– Os quatro conjuntos de banheiros de acesso público foram reconstruídos e ganharam uma área três vezes maior, um visual mais arejado e melhores condições de acesso.

– Para agilizar o fluxo de passageiros, foi criada uma área de espera anterior às filas de check-in e foi extinto o selo de check-in na entrada da área de raio-X.

– Em julho de 2013, foi ampliado a área de raio-X no embarque doméstico. O espaço teve um aumento de mais de 65%.

– Com a expansão do Terminal 3, agora são mais 6 mil metros quadrados que incluem uma praça de alimentação e a Duty Free com tamanho duplicado.

– O embarque remoto internacional e nacional do Terminal 3 também foi ampliado. A reforma permitiu reverter esse espaço versátil em uma única área de embarque, seja nacional ou internacional, de acordo com a demanda.

– Em agosto de 2014, foi concluída a instalação dos portões eletrônicos de controle de acesso de passageiros à área de embarque nos Terminais 1 e 2.

– Em outubro de 2014, foi iniciada as obras de modernização do T2. O projeto prevê a expansão das capacidades em áreas operacionais e melhorias nos serviços prestados aos passageiros.

Terminal 3

GRU TPS 3 (4)

– Após um ano e nove meses de obras, o GRU Airport inaugurou, em maio de 2014, o novo Terminal de Passageiros, com capacidade inicial para receber 12 milhões de pessoas por ano e voltado exclusivamente para voos internacionais. O novo terminal possui uma área de 192 mil m² e pátio com 34 posições de aeronaves, das quais 20 têm pontes de embarque. Além disso, ele conta com tecnologias e equipamentos comparáveis aos dos melhores aeroportos do mundo.

Pátio e Pistas

Para atender aos voos internacionais do Terminal 3, foram construídos dois pátios de aeronaves. Juntos, eles possuem capacidade para 34 aeronaves, sendo 20 com pontes de embarque.

Desde que a Concessionária assumiu a gestão do aeroporto, o número de vagas de aeronaves aumentou de 80 posições no período pré-concessão para 124 atuais.Além disso, foi instalado um moderno sistema de estacionamento automático de aeronaves – VGDS ( Visual Docking Guidance System ), que trouxe maior segurança e eficiência às manobras de estacionamento das aeronaves.

Em fevereiro de 2014, foi autorizada a operação da nova pista de taxiamento. A pista aumenta consideravelmente a eficiência operacional do aeroporto, na medida em que reduz o tempo de movimentação das aeronaves em solo.

Desde agosto de 2015 o aeroporto passou a operar com sistema de aproximação de aeronaves por instrumentos CAT IIIA, que possibilita o pouso das aeronaves em condições de até 200 metros de visibilidade.

Para operação neste sistema, além do aeroporto, as aeronaves precisam estar equipadas e os pilotos treinados e certificados para operar o CAT IIIA.

Pistas

Pista 09L/27R – (3700×45 ASPH)
Pista 09R/27L – (3000×45 ASPH)

Segurança

No setor de Respostas a Emergências, a Concessionária adquiriu dois caminhões contra incêndio utilizados em mais de 80 terminais aeroportuários do mundo. A mais nova aquisição faz parte do plano de modernização da frota do aeroporto.

Os portões e-gates já estão em operação e com os novos recursos, o processo de inspeção de passaporte realizado pela Polícia Federal foi consideravelmente agilizado, reduzindo o procedimento de três minutos, em média, para apenas 30 segundos.

Tecnologia

Em 2013 inaugurou um novo Centro de Processamento de Dados (Data Center) e o Centro de Controle (GCC), inciativas que colocam o aeroporto em um novo patamar em gerenciamento de Tecnologia da Informação e qualidade de serviços.

O Data Center é um moderno centro de processamento de dados que reune os sistemas responsáveis pela operação e administração de todo o complexo aeroportuário. O novo recurso permitirá o funcionamento pleno e contínuo de softwares vitais para manter o aeroporto em atividade. Por esse motivo, estará instalado em uma sala-cofre, ambiente que garante proteção aos equipamentos contra fogo, calor, gases corrosivos, arrombamento, acesso indevido, ente outros problemas. O projeto de infraestrutura evita também interrupções nas operações de TI e nos serviços prestados aos usuários.

A obra total tem 500 m2 e foi desenvolvida pela empresa Aceco TI. O Aeroporto Internacional de São Paulo é o primeiro do País a contar com uma sala-cofre. “Essa tecnologia está entre as mais modernas e seguras do mundo, bastante utilizada pelo sistema financeiro e em outros aeroportos internacionais. Considerando que o aeroporto funciona 24 horas por dia, é essencial ter um sistema robusto, que garanta uma operação sem interrupções e capaz de mitigar eventuais riscos”, destaca o diretor de TI do GRU Airporto, Luiz Ritzmann.

Em complemento aos avanços tecnológicos trazidos pelo Data Center, o GCC é um espaço equipado com monitores que concentram informações sobre a execução de todos os sistemas mantidos pelo novo centro de gerenciamento. Dados de desempenho poderão ser monitorados ininterruptamente. O local também inclui uma sala de crise, planejada para permitir a discussão e implementação de soluções rápidas na ocorrência de situações atípicas.

Aeroporto Internacional de São Paulo (Guarulhos) - Passageiros Anuais

AnoPass. DomésticoVariaçãoPass. InternacionaisVariaçãoTotal Pass.Total Variação Pass.Qtde. Aeronaves
20034.652.6766.928.35811.581.034139.038
20045.683.87722,16%7.356.3166,20%13.040.19312,60%149.497
20057.257.19627,68%8.577.60116,60%15.834.79721,40%154.339
20067.548.5834,02%8.210.598-4,30%15.759.181-0,50%154.948
200710.346.74237,07%8.448.8542,90%18.795.59619,30%187.960
200811.551.51411,64%8.841.6514,60%20.393.1658,50%194.186
200913.268.11914,86%8.459.530-4,30%21.727.6496,50%209.636
201016.470.15224,13%10.379.03322,69%26.849.18523,57%250.493
201118.650.23113,24%11.353.1979,39%30.003.42811,75%270.600
201220.414.6319,46%12.362.6998,89%32.777.3309,25%273.884
201323.438.00014,81%12.524.0001,30%35.962.0009,72%284.184
201425.956.00010,74%13.581.0008,44%39.537.0009,94%304.586
2015 (Jan-Ago)16.902.000-34,88%9.106.000-32,95%26.008.000-34,22%196.196
Passageiros Transportados de 2003 a 2015 (Agosto)

Aeroporto Internacional de São Paulo (Guarulhos) - Carga Aérea Anual

AnoCarga Transp.(Kg)VariaçãoQtde. AeronavesMédia Carga/AeronavesVariação
2003418.927.438139.0383.013
2004435.593.6734,00%149.4972.914-3,30%
2005470.944.2008,10%154.3393.0514,70%
2006419.848.126-10,80%154.9482.710-11,20%
2007488.485.0001,00%187.9602.257-16,70%
2008475.209.000-0,50%194.1862.173-3,70%
2009382.723.000-16,60%209.6361.678-22,80%
2010430.850.00012,57%250.4931.7202,50%
2011511.484.00018,72%270.6001.8909,89%
2012400.205.191-21,76%273.8841.461-22,69%
2013343.785.000-14,10%284.1841.210-17,21%
2014339.828.000-1,15%304.5861.116-7,77%
20150196.1960
Carga Transportada de 2003 a 2015 (Agosto)

Fonte: Infraero e GRU Airport (editado por Aviação Brasil)

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