KLM Royal Dutch Airlines (Holanda)

A KLM transportou 22.787.000 passageiros em 2010, número 2% maior que em 2009, com 84% de aproveitamento. Do Brasil para a Holanda transportou 98.862 passageiros, número estável comparado a 2009. Da Holanda para o Brasil transportou 96.265, número 10% melhor que em 2009. Em carga foram transportadas em todas as rotas da empresa 3.809 milhões de toneladas de carga quilômetro. A empresa faz parte da SkyTeam e possui acordos com 27 empresas, entre elas a Aeromexico, Air Europa, Alitalia, Copa Airlines, Delta Airlines, Gol Linhas Aéreas, Korean Air e Malaysia. Ao todo são 31.787 funcionários.

A KLM  opera diariamente no Aeeroporto Internacional de São Paulo, com Boeing 777-300ER e agora também no Rio de Janeiro.

A KLM Royal Dutch Airlines é uma das mais antigas empresas aéreas mundiais. Formada em 1919 utilizava o nome de Dutch airliners em suas aeronaves Fokker F7a, F8b, F8, F18, F20 e F36.

Em 1936 se reequipou com aviões Douglas DC-2 e DC-3 e após a II Guerra Mundial com Douglas DC-4.

A KLM curiosamente foi a única empresa a utilizar o Douglas DC-5. Os Constellations foram utilizados em linhas de longa distância, assim como Lockheed L-049 Constellation. Também foram utilizadas aeronaves Douglas DC-6, Convair 340 e Convair 440.

Em 18 de abril de 1946 a KLM inaugurou a rota Amsterdã – Zurich – Lisboa – Dakar – Natal – Rio de Janeiro com o Douglas DC-4.

Em meados da década de 50 aeronaves Douglas DC-7 entraram nas rotas de longa distância e serviram também ao transporte de carga. Em 1952 o Douglas DC-7 abriu a segunda frequencia para o Brasil na rota Amsterdã – Zurich – Lisboa – Recife – Rio de Janeiro. Em 1955 este vôo prosseguia para São Paulo (Congonhas) e Buenos Aires.

Os Super Constellations foram utilizados nas rotas das Antilhas Holandesas.

Os Douglas DC-3 foram utilizados como cargueiros até o final dos anos 60. Em meados desta década os Lockheed L-188 Electra entraram em operação nas rotas européias assim como os Vickers Viscounts.

A era a jato da KLM começou com a entrada de 8 aeronaves Douglas DC-8-50 em 1960. Em 1962 a KLM utilizou na rota Amsterdã – São Paulo (Viracopos) o Douglas DC-8-63. Em 1966 os Douglas DC-9-10 chegavam para rotas curtas. Em 1967 os DC-9-32 entregues começaram a substituir os Viscount e Electras.

Em 1970 a frota de Douglas DC-8-63 estava composta de 14 aeronaves. No início de 1970 o Boeing 747-100 entrava nas rotas de longo alcance, assim como os Douglas DC-10-30.

Os jatos DC-8, antes operados em rotas de longa distância, estavam sendo utilizados nas rotas européias até 1982, ano da chegada dos Airbus A310.

Em meados dos anos 80 os Douglas DC-9-32 começavam a ser substituídos pelos Boeing 737-500 e em 1989 os Boeing 747-200 pelos Boeing 747-400.

Em 1988 a KLM operava um vôo Amsterdã – Rio – Campinas – Buenos Aires – Santiago e outro sem a escala no interior paulista. Em 18 de maio de 1989 a KLM foi a primeira empresa européia a receber o Boeing 747-400.

Durante os anos 90 os Douglas DC-10-30 davam lugar aos McDonnell Douglas MD-11 e aos Boeing 767-300. Em 1996 a KLM operava quatro frequencias semanais para o Brasil, com três desses vôos na rota Amsterdã – Rio – São Paulo – um na rota Amsterdã – São Paulo – Buenos Aires – Santiago com Boeing 747-400.

Em 2000 passou a operar diariamente de São Paulo para Amsterdã. Em abril de 2004 iniciou os vôos com Boeing 777-200 para São Paulo. Ainda neste ano realizou a fusão com a Air France. Em fevereiro de 2005 a revista Air Transport World, dos Estados Unidos, elegeu a Air France/KLM como a companhia aérea do ano de 2005.

A KLM foi a primeira companhia aérea do mundo a introduzir os Quiosques Auto-Serviço para Conexão (conhecidos pela sigla SSTK, em inglês) nos seus vôos europeus e intercontinentais. Isso permitiu aos passageiros que perderam seus vôos de conexão a imprimir um novo cartão de embarque de maneira fácil e rápida, sem a necessidade de enfrentar filas nos balcões de conexão.

Os SSTK são parte de um programa maior de cooperação entre a KLM e o Aeroporto de Amsterdã – Schiphol para otimizar a eficiência do terminal, que é um dos mais movimentados do mundo. A companhia aérea espera que isso reduza em até 80% o número de passageiros nos balcões de conexão. Essa porcentagem pode chegar a 100% a longo prazo, quando todas as companhias aéreas afiliadas da IATA adotarem o bilhete eletrônico (ou e-ticket).

Frota atual: 11 Airbus A330-200, 18 Boeing 737-700NG, 23 Boeing 737-800, 05 Boeing 737-900, 26 Boeing 747-400, 15 Boeing 777-200ER, 05 Boeing 777-300ER, 10 McDonnell Douglas MD-11

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