Dinamarca completa avaliação técnica do Super Hornet da Boeing

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O Super Hornet é um dos três finalistas na competição New Combat Aircraft. Espera-se que a Dinamarca decida até meados de 2009 se irá adquirir, ou não, novas aeronaves de caça.

Pilotos da RDAF e da Marinha Americana (U.S. Navy) realizaram seis vôos de avaliação na base aérea de Oceana, no estado da Virgínia, Estados Unidos, a fim de demonstrar as avançadas capacidades do Super Hornet, incluindo a conectividade digital de rede; o radar AESA (Active Electronically Scanned Array ) em modo de varredura aérea, terrestre e marítimo; radar de abertura sintética e a captura e transferência de imagens infravermelhas; inteligência, vigilância e reconhecimento não-convencional; e a capacidade de um Super Hornet realizar reabastecimento em vôo para outro. Além disso, uma equipe composta por 12 pilotos e engenheiros da RDAF completou a avaliação de cinco dias no simulador de vôo, nas instalações da Boeing, em Saint Louis, a fim de preparar a avaliação de vôo do Super Hornet assim como uma avaliação mais detalhada das capacidades multitarefa do caça em operações aéreas, terrestres e navais.

“Poder voar tanto no simulador quanto no F/A-18F Super Hornet nos fornece dados valiosos e introspecção para nossa avaliação”, disse o Tenente-Coronel Anders Rex, chefe do programa New Combat Aircraft, da Dinamarca. “Quanto mais capacidades pudermos experimentar, menos incerteza existirá no que diz respeito às capacidades atuais e futuras.”

Construído por um time de empresas composto por Boeing, Northrop Grumman, GE Aircraft Engines, Raytheon e mais de 1.800 fornecedores no mundo, a variante do Super Hornet avaliada pela Dinamarca é baseada no modelo F/A-18E/F, utilizado pela Marinha dos EUA, e as 24 unidades da aeronave F/A-18Fs atualmente em produção para a Real Força Aérea da Austrália. O Super Hornet Block II é o primeiro caça multitarefa em operação a incorporar as capacidades “next generation”, inclusive o radar APG-79 AESA, da Raytheon,.

Além da Dinamarca, o Super Hornet está sendo considerado pelas forças aéreas do Brasil, Índia e Japão. Discussões estão em andamento entre a Boeing e outras instituições militares internacionais e governos interessados no Super Hornet.

FONTE: Aviação Brasil – Assessoria de Imprensa – São Paulo/SP