Embraer Participa do China Air Show 2004

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A Embraer participa da quinta edição do China Air Show 2004, que se realiza no aeroporto de Zhuhai entre os dias 1º e 7 de novembro. A exposição, vista como uma das mais importantes na Ásia, conta com a presença de fabricantes de aviões e operadores, bem como agências reguladoras e autoridades governamentais.

Esta é a primeira vez que a Embraer participa da feira em Zhuhai desde que estabeleceu uma “joint venture” na China para fabricar as aeronaves ERJ 145. A Harbin Embraer Aircraft Industry (HEAI) foi legalmente constituída pela Embraer e seus sócios, a Harbin Aviation Industry (Group) Co., Ltd. e a Hafei Aviation Industry Co., Ltd. (companhias controladas pela AVIC II – China Aviation Industry Corporation II), em janeiro de 2003. Em menos de 11 meses, a fábrica, que fica na cidade de Harbin, apresentou o primeiro ERJ 145 produzido na China.

A primeira encomenda para a nova fábrica da Embraer na China veio em fevereiro de 2004 e foi feita pela empresa China Southern Airlines. O cliente lançador da HEAI, que também é a maior empresa aérea do país, encomendou seis jatos ERJ 145, que vieram a se somar a uma frota de cinco aviões regionais da Embraer que já voavam na China desde 2000, nas cores da Sichuan Airlines. As entregas para a China Southern começaram em junho de 2004 e se estenderão até janeiro de 2005.

“A Embraer vê o fortalecimento do transporte aéreo na China como um componente importante no desenvolvimento do país, e a linha de produção em Harbin é um sinal claro de nosso comprometimento de longo prazo com o progresso da indústria aeronáutica chinesa,” disse Guan Dongyuan, Diretor da Embraer na China para o Mercado de Aviação Civil. “O estabelecimento da fábrica da Embraer em Harbin, combinado com a introdução da nova família de jatos comerciais EMBRAER 170/190, coloca a Empresa numa posição privilegiada para servir aos clientes-operadores chineses, como experimentado por linhas aéreas de todo o mundo”, acrescentou Guan.

Em relação às tendências do mercado chinês, uma análise das taxas de ocupação de aeronaves mostra que há um número significativo de rotas que poderiam ser melhor servidas com aviões de menos de 120 assentos. Em um estudo recente, a Embraer previu que a demanda total por aviões de 30 a 120 lugares na China será de 635 unidades entre 2004 e 2023.

FONTE: Aviação Brasil / Embraer – Assessoria de Imprensa – São José dos Campos/SP