Emirates abre novo destino na China

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A cidade histórica e importante centro econômico de Guanzu será o quarto destino da Emirates na China, a partir de 01º de julho. A operação começará com quatro vôos semanais, em aviões Airbus A330-200 com 27 assentos de Classe Executiva e 251 em Classe Econômica, passando para serviço diário em 01º de dezembro, em aeronaves Airbus A340-300, com 12 assentos de Primeira Classe, 42 de Executiva e 213 de Econômica. Junta-se a Pequim, Hong Kong e Xangai.

Sua Alteza Xeique Ahmed bin Saeed Al-Maktoum, Presidente do Grupo Emirates, explica a inclusão do novo destino na malha de rotas: ” Guanzu é um elo vital na nossa estratégia tanto para a China quanto para toda a macro-região Ásia-Pacífico. A cidade está no nosso radar há um bom tempo, já que é o coração da Província de Guangdong e pulsa com sua vida política, sócio-econômica, científica, educacional e cultural. Guanzu é um portão de entrada para todas as províncias do Sul da China, o que expande o alcance dos nossos serviços”.

Capital da Província de Guangdong, Guanzu é o terceiro maior centro de distribuição de vôos na China. Seu eixo econômico é a zona industrial do Delta do Rio Pérola. Denominada “fábrica do mundo”, Guangdong tem o maior PIB – Produto Interno Bruto – chinês e produz o maior valor em exportações, atraindo um grande volume de investimento estrangeiro, incluindo 200 das 500 principais empresas líderes mundiais classificadas pela revista norte-americana Fortune. A Feira de Cantão, realizada duas vezes ao ano, atrai empreendedores e executivos de todas as partes do mundo.

A cidade também recebe um grande contingente de turistas, interessados nas atrações históricas – das quais 123 protegidas pelo patrimônio histórico -, nas compras e na popularíssima culinária cantonesa.

O comércio entre Guanzu e os Emirados Árabes Unidos totalizou US$ 2,9 bilhões em 2006, tendo como principais itens de exportação têxteis, calçados, medicamentos, máquinas, equipamentos e metais. A unidade de carga aérea da Emirates, a SkyCargo, pretende contribuir para aumentar as trocas comerciais, oferecendo uma capacidade de carga de 13 a 15 toneladas por vôo.

FONTE: Aviação Brasil – Assessoria de Imprensa – São Paulo/SP