Investimentos no Nordeste mudam infra-estrutura da Região

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A Infraero implementa um plano de obras para modernizar a infra-estrutura aeroportuária de todo o Brasil. As ações e investimentos são realizados por todo o país de modo a suprir carências regionais históricas.

No Nordeste, os aeroportos estão mais modernos. Em 2003, foi inaugurada a ampliação e reforma do Aeroporto de Campina Grande, na Paraíba, que passou a ter capacidade para atender a 250 mil passageiros por ano e ampliou a área do terminal de mil metros quadrados para 2,5 mil metros quadrados.

Em Petrolina, com o prolongamento da pista, o aeroporto passou a ter autonomia para escoar a produção de frutas do Vale do São Francisco por via aérea e o novo terminal de passageiros dobrou a capacidade de atendimento.

No Recife, o novo aeroporto tem capacidade para cinco milhões de passageiros ao ano, praça de alimentação e edifício garagem com capacidade para 2.80 veículos.

O novo Aeroporto Internacional de Maceió, inaugurado em setembro de 2005, tem capacidade para 1,2 milhão de passageiros por ano e é o primeiro do Brasil a operar em sistema de co-geração de energia.

As obras continuam. Em 2004, a Infraero iniciou a reforma e ampliação do Aeroporto Internacional Presidente Castro Pinto, de João Pessoa. O terminal de passageiros será ampliado em mais de três mil metros quadrados e terá capacidade para atender a cerca de 860 mil passageiros por ano. A estrutura das pistas de pouso e decolagem e de taxiamento serão reforçadas para atender a aeronaves até o Boieng 767/300.

Em Natal, a Infraero constrói o novo aeroporto de São Gonçalo do Amarante, que nos próximos anos deve se tornar o novo portal de entrada do Nordeste.

E em breve, devem ser iniciadas as obras de reforma e ampliação do terminal de passageiros e pátio de aeronaves do Aeroporto de Teresina.

Além das obras, a Infraero também implementou ações de incentivo aos produtores do Nordeste. A liberação dos porões nos vôos fretados para transporte de carga permitiu aos produtores nordestinos exportar produtos de baixo valor agregado. Desde então, frutas, flores e pescado produzidos na Região podem ser consumidos na Europa cerca de 24 horas depois de serem embarcados.

Em 2005, os 16 aeroportos que a Infraero administra no Nordeste movimentaram 15 milhões de passageiros, crescimento de 15% em relação ao ano anterior.

FONTE: Aviação Brasil – Assessoria de Imprensa – São Paulo/SP

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