Lufthansa obtém resultado recorde no primeiro trimestre de 2008

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Nos primeiros três meses de 2008, o grupo Lufthansa obteve um resultado recorde de 188 milhões de euros. Em meio aos desafios da conjuntura, marcada por picos históricos nos preços do petróleo, insegurança decorrente da crise do mercado financeiro e acirramento da concorrência, o grupo aumentou sensivelmente os dados do tráfego e o resultado. Com isso, a Lufthansa manteve o bom desempenho do ano anterior. “Entramos em 2008 com o pé direito”, disse Wolfgang Mayrhuber, presidente da Lufthansa. “Acertamos o rumo, decolamos e já alcançamos uma altitude de percurso respeitável. E, graças à orientação voltada ao atendimento ao cliente, ao emprego objetivo dos meios, à condução direcionada do grupo e aos constantes aumentos da eficiência, continuaremos crescendo sob controle e com lucro.”

Todas as áreas empresariais do grupo Lufthansa contribuíram para a melhora do resultado com um lucro operacional maior. A área passageiros mais uma vez acumulou pontos em meio à concorrência intensa. Para o excelente resultado trimestral contribuíram também os atraentes produtos premium, a ampliação objetiva da malha aérea assim como a integração total da SWISS. O fato de as empresas aéreas do grupo Lufthansa já ocuparem posição forte entre os clientes corporativos será de grande importância no futuro, enfatizou Mayrhuber. A área de logística também obteve um excelente resultado nos primeiros três meses do ano por meio de faturamento maior aliado à redução de custos. Ambas as áreas empresariais compensaram com sucesso o aumento dos custos de combustível. As áreas técnica e catering melhoraram sua lucratividade apesar das influências cambiais negativas. Os benefícios da reestruturação iniciada na área empresarial Serviços de TI fizeram-se sentir já no primeiro trimestre.

A Lufthansa mostra-se confiante quanto a dar continuidade ao resultado operacional do ano anterior em 2008 e se empenha em obter ainda mais melhorias. Isso parece possível apesar da sensível deterioração da situação econômica mundial, declarou o chefe da Lufthansa. As condições para tanto, porém, são que as circunstâncias de mercado não decaíssem ainda mais e que o grupo Lufthansa conseguisse compensar a alta dos preços de combustível como no passado. Wolfgang Mayrhuber: “Prevenção vale a pena, assim como a capacidade de adaptação. Continuaremos levando isso em consideração. Vamos nos ajustar às condições do meio que nos cerca e usar todas as possibilidades decorrentes de um mercado em constante mutação a nosso favor. Não tememos o vento contrário, ele é parte da força que nos impulsiona.”

O faturamento do grupo Lufthansa nos primeiros três meses de 2008 foi de 5,6 bilhões de euros, 19% a mais do que no mesmo trimestre do ano anterior. As receitas do tráfego aumentaram 25,2% para 4,5 bilhões de euros, em decorrência da expansão das vendas aliada ao aumento da média das receitas do tráfego após liquidação do câmbio na área empresarial Transporte de Passageiros, e da consolidação total da SWISS.

O aumento dos custos empresariais para 6,0 bilhões de euros foi proporcionalmente menor que o aumento dos rendimentos. O aumento dos custos deve-se principalmente aos maiores custos de combustível, o que se deve, por um lado, à quantidade utilizada e, por outro, à alteração do círculo de consolidação e ao forte aumento do preço do petróleo.

No primeiro trimestre, o resultado operacional melhorou 152 milhões de euros para 188 milhões de euros. O resultado do grupo é de 57 milhões de euros. Em 2007, essa entrada continha o lucro da venda das cotas-parte da Thomas Cook. Com a liquidação desse efeito, o resultado do grupo melhorou discretamente em relação ao ano anterior.

No período em questão, a Lufthansa investiu 808 milhões de euros. Destes, 493 milhões foram utilizados na ampliação e modernização da frota e 214 milhões na aquisição de 19% da JetBlue Airways Corporation em 22 de janeiro de 2008. O fluxo de caixa operacional foi de 741 milhões de euros. No final do trimestre, a liquidez do grupo era de 888 milhões de euros.

FONTE: Aviação Brasil – Assessoria de Imprensa – São Paulo/SP

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