Passaredo adquire dois jatos Embraer ERJ 145

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O anúncio foi feito hoje na sede da empresa aérea, na cidade de Ribeirão Preto, interior do Estado de São Paulo, e é parte do plano de expansão da companhia brasileira.

“É uma grande satisfação ter o jato ERJ 145, hoje utilizado por 28 empresas em 16 países, voando novamente no Brasil e por uma empresa empreendedora e de prestígio como a Passaredo”, afirmou Alex Glock, Diretor de Marketing e Vendas da Embraer para a América Latina – Aviação Comercial. “Mantemos ótimo relacionamento com a Passaredo, que opera aeronaves EMB 120 Brasilia desde a sua criação, e pretendemos estender esta parceria por muitos anos à frente.”

A Passaredo opera atualmente seis aeronaves EMB 120 Brasilia e utilizará os jatos ERJ 145 para intensificar a sua presença em mercados regionais no Brasil. A entrega do primeiro avião está prevista para o primeiro semestre de 2009. O alcance da aeronave permite vôos de até 2.870 km com 50 passageiros, distância suficiente para ir de São Paulo a Brasília, Porto Alegre, Recife ou Salvador, sem escalas.

“A escolha do jato ERJ 145 é parte do plano de expansão da Passaredo e tem como foco principal a melhoria do atendimento ao cliente”, informou José Luiz Felício, Presidente do Grupo Passaredo. “Com a introdução do jato ERJ 145, pretendemos complementar os serviços oferecidos aos nossos passageiros, aumentando freqüências e expandindo destinos.”

O ERJ 145, com 50 assentos, é o primeiro integrante de uma diversificada família de jatos regionais da Embraer, que inclui também o ERJ 135 (37 assentos) e o ERJ 140 (44 assentos). Desde a entrada em serviço em 1996, a plataforma da família ERJ 145 acumulou mais de 14 milhões de horas de vôo em todo o mundo, com mais de mil aeronaves em operação atualmente.

O projeto da aeronave é uma solução otimizada para o mercado de linhas aéreas regionais. Manutenção simplificada, baixos custos operacionais diretos, alta confiabilidade de despacho e excelente taxa de cumprimento de missões são destaques do ERJ 145, um jato adequado à alta freqüência de uso, capaz de operar 3 mil horas por ano no exigente mercado de aviação regional.

FONTE: Aviação Brasil – Assessoria de Imprensa – São Paulo/SP

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