Restrições impostas a Congonhas podem prejudicar o setor de aviação

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Nesta quarta-feira (1°), o Santander comentou novamente o setor aéreo, focando sua avaliação nos impactos das restrições às operações do terminal de Congonhas às atividades das companhias brasileiras do setor.

Na visão do Santander, a imposição de limites ao aeroporto tende a exercer uma pressão negativa sobre as empresas nacionais de aviação. Os principais prejuízos, para seus analistas, serão sentidos na redução da demanda, fator que pode afetar o crescimento do setor a curto e médio prazos.

De acordo com o release divulgado, os analistas da instituição já esperavam medidas restritivas a serem tomadas após o acidente envolvendo a aeronave da TAM, maior tragédia da história da aviação brasileira.

As estimativas, tanto para a TAM, quanto para a GOL já foram alteradas pelo Santander após o incidente, ambas já recebendo os efeitos da ocorrência.

Segundo o relatório do Santander, o Conac (Conselho Nacional de Aviação Civil) impôs, no dia 30 de julho, significativas restrições às operações do terminal de Congonhas.

O número de vôos diários recebidos será reduzido de 712 para 561, e as atividades limitadas a rotas entre a cidade de São Paulo e localidades com vôos com alcance de duas horas.

As rotas de longa distância serão transferidas para o aeroporto de Cumbica (Guarulhos-SP). O Conac também proibiu o terminal de receber conexões, sendo as mesmas transferidas para os terminais de Brasília e Curitiba.

FONTE: Aviação Brasil via Infomoney – Redação – Sâo Paulo/SP

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