Resultado operacional da Lufthansa aumenta para 486 milhões de euros no primeiro semestre

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A Lufthansa continua voando rumo ao sucesso: no primeiro semestre de 2007, a empresa aumentou a oferta de tráfego e o faturamento. O grupo melhorou o resultado operacional para 486 milhões de euros, um acréscimo de 64% em relação ao primeiro semestre de 2006. O lucro do grupo, de 992 milhões de euros, inclui o lucro de 503 milhões de euros proveniente da venda das cotas-parte da Thomas Cook AG.

Ao apresentar os números do primeiro semestre, Wolfgang Mayrhuber, presidente da Deutsche Lufthansa AG, disse que “o resultado acentua o sucesso da nossa estratégia de investimentos contínuos e objetivos em produtos, dedicação ao cliente e observação dos custos. Com a qualidade e acentuada dedicação à prestação de serviços ao cliente dos nossos funcionários, conseguimos ganhar o maior número de clientes já obtido em um primeiro semestre.”

Todos os segmentos do grupo contribuíram para o sucesso. A maior parte veio do transporte de passageiros. No primeiro semestre, as empresas aéreas da Lufthansa Passage Airlines receberam 27 milhões de clientes a bordo – um recorde na história da empresa. Cabe, ainda, frisar a contínua evolução positiva da área de tráfego Europa, assim como a ampliação da malha aérea global e o sucesso da comercialização das tarifas betterFly na Alemanha e na Europa.

A SWISS, cuja integração ao grupo Lufthansa foi concluída em 1º de julho de 2007, também contribuiu para o sucesso do primeiro semestre. “Juntos, temos possibilidades ainda maiores de explorar novos mercados para continuarmos crescendo com lucro”, enfatizou Mayrhuber. A partir do segundo semestre, a SWISS também será incluída nos resultados de tráfego do grupo Lufthansa.

Visando o desenvolvimento futuro, Mayrhuber sublinhou: “A atratividade da nossa empresa continuará aumentando tanto para acionistas como para clientes e funcionários, pois continuaremos crescendo com lucratividade, melhorando a qualidade e aumentando a margem operacional.”

Diante do desenvolvimento positivo da Lufthansa em todas as áreas, a empresa acredita que o lucro anual será ainda maior, prevendo um resultado operacional que – no âmbito da expectativa de mercado – deverá ficar bem acima de um bilhão de euros.

O 1º semestre de 2007 em números

Nos primeiros seis meses, o grupo Lufthansa aumentou as receitas do faturamento em 4,6%, chegando a 10,1 bilhões de euros. Graças ao número maior de passageiros transportados e à estabilidade das receitas médias, as receitas do tráfego nelas contidas subiram para 7,7 bilhões de euros, o que corresponde a um acréscimo de 4,1%. Da recompra de ações próprias por meio da WAM Akquisition S.A., decidida em maio e a ser efetivada em 30 de agosto de 2007, foram obtidos lucros contábeis de 71 milhões de euros. Os rendimentos operacionais aumentaram 5,8% no total, chegando a 10,8 bilhões de euros.

Em comparação ao ano anterior, os custos operacionais aumentaram 3,1%, aumento proporcionalmente inferior ao da ampliação dos negócios, somando 10,2 bilhões de euros. Um dos motivos que levou à elevação de custos foi o aumento de 3,1% das taxas, no total de 1,4 bilhão de euros. Os custos de combustível, de 1,6 bilhão de euros, mantiveram-se no mesmo nível do ano anterior. O resultado da atividade operacional chega, portanto, a 612 milhões de euros – um acréscimo de 83,7%.

No primeiro semestre, a Lufthansa registrou um resultado operacional de 486 milhões de euros, um aumento de 63,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. O resultado financeiro, 125 milhões de euros maior, e o lucro de 503 milhões de euros proveniente da venda das cotas-parte da Thomas Cook AG fizeram com que o lucro do grupo aumentasse para 992 milhões de euros. O resultado financeiro reflete, antes de mais nada, a contribuição positiva da SWISS.

No período analisado, a Lufthansa investiu 852 milhões de euros, dos quais 515 milhões de euros em aviões. O fluxo de caixa operacional foi de 1,1 bilhão de euros. Em 30 de junho de 2007, a Lufthansa registrou liquïdez corrente de 703 milhões, que contém o pagamento recebido em abril pela venda das cotas-parte da Thomas Cook AG.

FONTE: Aviação Brasil – Assessoria de Imprensa – São Paulo/SP

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