Foto: Divulgação Infraero

O terminal de Petrolina foi construído pela prefeitura com o intuito de apoiar o Correio Aéreo Militar, que, em fevereiro de 1933, fez sua primeira aterrissagem no aeroporto. Com o avanço do processo de urbanização, houve a necessidade, por questões operacionais e de segurança, de se mudar o local do terminal.

Em virtude do potencial socioeconômico da região, motivou-se a construção de um novo aeroporto de grande porte, que teve seu projeto elaborado em 1974 pelo II Comar (Comando Aéreo Regional) e a Comara (Comissão de Aeroportos da Região Amazônica).

Até 1981 o aeroporto estava sob jurisdição do Ministério da Aeronáutica quando passou a fazer parte da rede da Infraero. O Terminal de Logística de Carga (Teca) de Petrolina foi inaugurado em 1995.

Em 2000, recebeu a habilitação para pousos e decolagens de aeronaves destinadas ao transporte de cargas internacionais, onde foi alfandegado por seis meses, passando a título permanente em 2002.

Várias melhorias foram realizadas em 2004 pela Infraero. A pista de pouso e decolagem passou para 3.250 metros, uma das maiores do Brasil e a segunda maior do Nordeste, apta assim a receber grandes aviões cargueiros com capacidade de até 110 toneladas.

As salas de embarque e desembarque do terminal de passageiros passaram por uma modernização em 2013. No caso do embarque, o espaço mais do que dobrou de tamanho, passando de 307 m² para 788 m² na sala de embarque. Já o desembarque, mais do que triplicou, saindo de 235 m² para 777 m², ampliando assim a capacidade de atendimento, que passou para 1, 5 milhão de passageiros por ano.

Fonte: Infraero (editado por Aviação Brasil)

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