Pluna transportou 33 mil passageiros brasileiros na alta temporada

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Pelo terceiro ano consecutivo, em 2010 a Pluna Linhas Aéreas Uruguaias melhorou seus resultados em comparação à alta temporada do ano anterior, com um número total de 356 mil passageiros transportados entre dezembro de 2010 e fevereiro de 2011, resultado 33% maior que o mesmo período de 2009. O aumento de transporte de turistas brasileiros teria colaborado com os bons resultados da companhia: na alta temporada de 2010, os passageiros que tinham como origem o Brasil dobraram em relação ao ano anterior, contabilizando 33 mil passageiros. Esse dado coincide com dados do Ministério do Turismo uruguaio, que registrou em 2010 um forte aumento (43%) dos turistas brasileiros no País.

“Nos últimos três anos, iniciamos o plano de transformar a capital uruguaia de Montevidéu em hub regional com a concentração e a distribuição de voos às principais cidades da região. Até 2007, transportávamos 300 mil passageiros por ano, número que alcança hoje mais de 900 mil passageiros. Já os destinos saltaram de 5 para 13 cidades”, afirma o CEO da Pluna, Matias Campiani. Segundo dados do Ministério do Turismo do Brasil, em 2011 viajaram pela primeira vez de avião mais de 11 milhões de brasileiros. Este número comprova o crescimento da classe média e do desenvolvimento econômico do país vizinho, além de uma grande oportunidade para a Pluna.

Roberto Luiz, diretor de vendas e alianças da Pluna no Uruguai, disse que “a rota de Belo Horizonte – inaugurada em 21 de fevereiro – é um destino interessante devido ao potencial que a cidade demonstra e seu aeroporto é atrativo, além de termos muitas expectativas em relação ao desenvolvimento desta nova rota”.

A renda gerada por turistas transportados pela Pluna para o país, durante a alta temporada, chegou a aproximadamente US$ 80 milhões. Estes dados provêm de informação oficial do Ministério do Turismo e do Desporto, considerando o montante dos gastos realizados pelos turistas por país de origem.

Jorge Lepra, Pluna CEO, observou que “mesmo considerando os custos com a abertura de novos destinos, recursos humanos e da adição de novas aeronaves, os resultados desta temporada pode ser vista como uma tendência consolidada de crescimento da atividade e resultados para a empresa e o país”.

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