Veja o raio-x do mercado aéreo brasileiro até setembro de 2017

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O mercado aéreo brasileiro está cada vez mais competitivo e o cenário econômico e político são fatores que desafiam os dirigentes das empresas nas estratégias para crescimento de mercado e contenção da concorrência. Os passageiros (clientes) estão, por sua vez, cada dia mais exigentes. Voar já foi um produto muito caro antigamente, porém, o transporte aéreo de popularizou e muitas pessoas que eram usuários comuns de transporte rodoviário migraram para o setor aéreo, graças a empresas com perfil de baixo custo, que ajudaram a popularizar o transporte, fazendo com que a concorrência criasse planos promocionais para ganhar esses clientes e reter seus clientes principais com novas estratégias.

Muita atenção quando dizemos que o cliente só compra “preço”! Cada vez mais informados, e esta é uma de nossas missões, como um Portal de Notícias, os passageiros agora analisam também outros atributos, como comodidade (horários e voos sem escalas e conexões), conforto (configurações internas de aeronaves), serviços de bordo (refeições e multimídia, como wi-fi e entretenimento), e claro, benefícios (planos de fidelização).

Vamos analisar agora o desempenho das aéreas nacionais no período de janeiro a setembro de 2017.

Somente as empresas brasileiras transportaram 68.101.900 passageiros no mercado doméstico como podemos ver abaixo.

Destaques para a Gol, com 33.48%, seguidas por Latam (30,53%), Azul (23,63%) e Avianca Brasil (11,46%).

Para o mercado internacional as quatro empresas transportaram 6.250.703 passageiros com a Latam Brasil na liderança com 66,57% seguida por Gol (22,94%), Azul (9,11%) e Avianca Brasil (1,38%).

Abaixo mostramos qual a importância de cada mercado internacional para cada uma das quatro empresas brasileiras que operam para o exterior.

Se computarmos o total de passageiros transportados por todas as empresas nacionais nos dois mercados (doméstico + internacional) teremos a Latam Brasil com 33,56% seguida pela Gol (32,59%), Azul (22,41%) e Avianca Brasil (10,61%).

Fonte: Alexandre Barros, Aviação Brasil

 

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