Airbus e Boeing têm recorde de vendas em 2005

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A Airbus acertou a venda de 150 aviões, por cerca de US$ 10 bilhões, para companhias aéreas chinesas nesta segunda-feira. Com o negócio, as vendas da fabricante européia de aeronaves combinadas com as de sua principal rival, a norte-americana Boeing, registram recorde anual.

O dado conclui um ano forte para o setor de avição. Veja a seguir os principais destaques:

A Boeing conseguiu pedidos por 800 aviões até 30 de novembro, de acordo com informações no site da empresa.

A Airbus fechou 494 encomendas até o final de outubro, segundo informações no site da companhia.

A quantidade combinada de pedidos de aviões é de 1.294, exatamente o dobro do total das duas empresas em 2004, de 647 unidades.

Com isso, elas já superaram o recorde anterior de vendas combinadas, que era de 1.162 aviões em 1998.

Centenas de outros aviões estão comprometidos com acordos preliminares anunciados este ano e que aguardam a assinatura de contratos finais.

Companhias aéreas chinesas acertaram na segunda-feira a compra de 150 aviões Airbus da família A320 sob acordo que ainda deve ser finalizado.

Empresas éreas chinesas assinaram pedido de 150 aviões 737 da Boeing no mês passado sob termos similares.

Outros acordos anunciados este ano ainda a serem finalizados incluem 100 aviões A320 da Airbus feito pela nova transportadora de baixo custo indiana IndiGo e 70 aeronaves do mesmo tipo para a empresa de leasing AerCap, unidade da empresa norte-americana de private equity Cerberus.

Em pedidos firmes, o acordo de maior valor da Boeing este ano foi o da Emirates Airlines, de Dubai, por 42 unidades do avião 777 avaliados em US$ 9,7 bilhões, a preços de tabela.

Já em quantidade de aeronaves, o maior pedido da Boeing foi feito pela companhia aérea européia de baixos custos Ryanair, envolvendo 70 aviões 737, negócio de cerca de US$ 4 bilhões.

O maior pedido firme da Airbus este ano, em valor e número de aviões, foi fechado com a AirAsia, da Malásia, por 60 aeronaves A320 pela quantia de cerca de US$ 4 bilhões.

FONTE: Reuters – Reuters – São Paulo/SP

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