Boeing e a Aeroflot finalizam a compra de 22 jatos 787 Dreamliners

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A Boeing e a Aeroflot, aérea Russa sediada em Moscou, anunciaram hoje a finalização da compra de 22 jatos Boeing 787-8s. A compra foi confirmada depois que os controladores da Aeroflot aprovaram, ontem, a operação. A compra está avaliada em U$ 3,6 bilhões, a preços de tabela.

A Aeroflot disse que o 787 aumentará sua atual frota de aviões de cabine larga, bem como providenciará o crescimento da frota, aumentando a demanda por viagens aéreas.

“O 787 é uma excelente combinação de muitos requisitos, graças a sua eficiência, performance operacional e conforto oferecido aos passageiros. O 787 abrirá novas oportunidades no mercado, além de modernizar nossa frota e expandir nosso alcance operacional”, disse Valery Okulov, diretor geral da Aeroflot.

A Aeroflot não anunciou qual será o fornecedor dos motores de seus 787s.

“Nós tivemos a oportunidade de trabalhar muito próximos da Aeroflot, este processo foi muito produtivo para entender suas exigências e demonstrar como o 787 vai de encontro a elas”, disse Craig Jones, vice-presidente de vendas para a Rússia e Ásia Central da Boeing Commercial Airplanes. “O 787 reforçará a posição de liderança da Aeroflot. Ele será uma ferramenta importante para a rentabilidade da empresa e para oferecer conforto e uma nova experiência de vôo para seus clientes”, conclui Jones.

A Boeing desenvolveu o 787 para o mercado de jatos de médio porte, estimado em 3.500 aeronaves para os próximos 20 anos. Cinqüenta por cento da estrutura primária do 787 é feita de composto de carbono, o que lhe permite ter cabina com maior umidade, menor altitude e as maiores janelas da indústria.

Os motores altamente eficientes combinados à estrutura mais leve e benfeitorias aerodinâmicas permitirão ao 787 produzir um custo por assento similar ao de aeronaves maiores.

Além disso, trazer as escalas dos grandes jatos para os aviões de médio porte, o 787 proverá as linhas aéreas com eficiência no consumo de combustível sem precedentes, culminando em desempenho ambiental incomparável. O avião utilizará 20% menos combustível para as mesmas missões realizadas atualmente por outros aviões similares. Além destas vantagens, seu tempo de viagem será mais rápido do que o de qualquer outro avião de cabine larga atual, com Mach de 0,85 e as linhas aéreas terão maior capacidade de carga.

FONTE: Aviação Brasil – Assessoria de Imprensa – São Paulo/SP

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